RODRIGO COELHO OPINA SOBRE FUNDO ELEITORAL
19 de setembro de 2019
DEPUTADO RODRIGO COELHO LAMENTA DESCASO COM JOINVILLE
24 de setembro de 2019Dentre os assuntos que serão votados na pauta da semana 23 a 27 de setembro, no Plenário da Câmara dos Deputados, o Deputado Federal Rodrigo Coelho reforça a importância de alguns. “Amanhã, teremos Sessão do Congresso Nacional, quando, finalmente, analisaremos os vetos presidenciais que ficaram pendentes da última Sessão de três semanas atrás. Na pauta da Câmara, votaremos a #MP884, que propõe uma mudança na Lei do Código Florestal, reabrindo o prazo para produtores no Cadastro Ambiental Rural, o CAR”, explica.
Essa MP foi editada em junho deste ano e se não for votada até dia 11 de outubro, perderá a sua validade. Há necessidade de se estabelecer regras sobre a proteção da vegetação nativa e de agilizar a licença ambiental, sendo essa automática para os proprietários inscritos no CAR. Esse cadastro está previsto no Código Florestal e é um registro eletrônico nacional usado para controle e monitoramento das informações ambientais dos imóveis rurais.
Também está na pauta da semana 23 a 27 de setembro o PL das Armas (Projeto de Lei 3.723/2019), que amplia os casos permitidos de porte de armas e disciplina o tema para atiradores esportivos e caçadores. Será votada, ainda, a PEC 372/2017 que pretende criar as polícias penais federal, estadual e distrital para acrescentá-las no rol dos órgãos do sistema de segurança pública. O objetivo é liberar as polícias civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos.
O parlamentar antecipa um tema polêmico que, em breve, estará na pauta: a maneira como é feito o repasse do ICMS aos Estados. A discussão envolve uma famigerada lei já existente, a Lei Kandir (Lei Complementar 87/1996), que regulamentou a atividade do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “De fato, a lei deu um empurrão na nossa economia, em especial, do setor agropecuário, isso porque isenta o ICMS na exportação de produtos primários e semielaborados. E isso é ótimo. Mas, como se trata de um tributo de arrecadação estadual, o Governo deve ressarcir as perdas dos Estados como contrapartida, e como as regras de compensação não são claras, os Estados reclamam que o valor recebido não é suficiente. O Supremo Tribunal Federal (STF) já estipulou o prazo até o início de 2020 para que seja aprovada uma norma regulamentadora para as compensações”, explica. Na Câmara, existe o Projeto de Lei Complementar 511/2018, que estabelece a soma de R$ 39 bilhões a serem repassados para os Estados por ano, mas essa ideia não tem o apoio do Governo. No Senado, tramita a PEC 42/2019, que pretende acabar com a Lei Kandir, decisão essa que também não tem sido vista com bons olhos, principalmente pelos produtores.
“O tema merece amplo debate e estou convicto de que será anexado à Reforma Tributária, para que possamos avaliar o impacto das alterações, ainda mais que já é cogitada a unificação do ICMS com outros tributos”, ressalta.





