Sábado na Estação de Setembro
19 de setembro de 2015Agenda Fim de Semana
21 de setembro de 2015Neste sábado (19), visitei o Museu de Arte de Joinville (MAJ) na abertura das exposições ‘Ontem Hoje’ e ‘Memórias Indígenas: Apropriações’. É uma ótima oportunidade de visitar já que aentrada é gratuita. Ambas integram o calendário da 9ª Edição da Primavera de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), de 21 a 27 de setembro.

A exposição ‘Ontem Hoje’ é também um evento paralelo da Fundação Cultural de Joinville ao Encontro Econômico Brasil-Alemanha, que ocorre de 20 a 22 de setembro em Joinville.
Já a mostra ‘Memórias Indígenas: Apropriações’ foi organizada a partir do tema definido pelo Ibram para a 9ª Edição da Primavera dos Museus, neste ano com o tema “Museus e Memórias Indígenas”. Para acompanhar a programação, o MAJ apresenta uma seleção de obras de seu acervo nesta exposição.
As duas exposições ficam abertas à visitação até o próximo dia 18 de outubro. O horário de visitação é de terça a sexta, das 9 às 17 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 12 às 18 horas. Visitas monitoradas para grupos devem ser agendadas pelo fone: (47) 3433-4754 / 3433-4677.
‘Ontem Hoje’
Nesta exposição serão apresentadas obras do acervo do Museu de Arte de Joinville de autoria de artistas com sobrenome de origem alemã; obras dos acervos do Arquivo Histórico de Joinville, Museu Casa Fritz Alt e Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville; de coleções particulares, além de reproduções de obras do Museu Imperial de Petrópolis/Rio de Janeiro e do Museu de Versalhes/França.
Como contraponto, foram convidados artistas visuais atuantes e residentes em Joinville para apresentarem obras contemporâneas produzidas nas últimas décadas, formando o dueto homônimo do tema da mostra – ‘Ontem Hoje’. A exposição é composta de 30 obras em diferentes linguagens: desenho, pintura, escultura, objeto, assemblage, fotografia, litogravura, vídeo e colagem.
Neste projeto, os materiais gráficos da exposição serão bilíngues (português / alemão) e o texto de apresentação foi assinado por Walter de Queiroz Guerreiro – crítico de Arte (Associação Brasileira de Críticos de Arte / Associação Internacional de Críticos de Arte).
Memórias Indígenas: Apropriações
As apropriações em questão aludem às incursões dos artistas por assuntos e padrões estéticos próprios da cultura indígena. Em diferentes gradações as obras destacadas comunicam, além dos temas que lhes conferem individualidade, a importância das memórias nativas para a formação da arte nacional.
Tais memórias revelam-se instrumento imprescindível para a reflexão em qualquer âmbito na atualidade, especialmente para iluminar a permanente busca por uma identidade verdadeira e lúcida.
Serão apresentadas 15 obras do acervo do MAJ nas linguagens da pintura, desenho, fotografia, escultura e gravura. Durante a exposição também será exibido o documentário “O Arco e a Lira” do programa Arte na Escola, curta-metragem dirigido por Priscilla Barrak Ermel. O vídeo recebeu menção honrosa no II Ecocine – Festival Nacional de Cinema e Vídeo Ambiental, em 2002.



