Que 2015 seja como você deseja
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8 de fevereiro de 2015Parabéns Nação Tricolor, hoje é dia de comemorar mais um ano do nosso coelho!
Abaixo um pouco da história do nosso JEC!
Quando no ano de 1971, após vitória de goleada do América Futebol Clube sobre o Avaí, pelo placar de 4 a 1, em partida que deu o título antecipado ao galo da zona norte, o então presidente do clube, Kurt Meinert, profetizou: “Ou Caxias e América se unem, ou o futebol da cidade de Joinville chegará ao caos”. Realmente o americano sabia do que estava falando. E morreu dois anos depois sem ver o sonho realizado. Porém, do outro lado da cidade, na zona sul, o time alvinegro Caxias Futebol Clube também tinha empreendedores do futebol, um deles, Pedro Belarmino da Silva, outro homem com peso fundamental no nascimento do Joinville Esporte Clube.
Nos anos seguintes, a frase profética de Kurt Meinert se concretizou. Caxias e América se afundavam em dívidas e fracassos dentro de campo. Houve, então, uma conspiração social para que o ano de 1976 fosse um recomeço. Em meados de 1975, o presidente do Caxias Pedro Belarmino da Silva ligou para companhia Hansen, para marcar uma reunião com João Hansen Neto. Explicou a situação crítica que o clube vivia – que não era segredo para João Hansen também – e cogitou a possibilidade de uma ajuda maior para sanar as dívidas que se acumulavam.
João, por sua vez, reacendeu a ideia de unir as duas equipes da cidade, contribuindo assim como uma boa quantia para a sustentação do novo time. Pedro saiu do escritório e imediatamente comunicou Cláudio Lopes, atual presidente do América. Dias depois, os dois se encontraram em frente da alameda mais charmosa da cidade dos príncipes: a Rua das Palmeiras. Foi exatamente nesse local, na região central da Manschester Catarinense, que de fato esses dois nomes, presidentes de Caxias e América, decidiram definitivamente unir forças em pró de uma bem maior pela cidade.
Comunicado da decisão dos presidentes, João Hansen Neto que tinha uma grande amizade com os cronistas esportivos da cidade, convocou os meios de comunicação para uma reunião em sua sala, no prédio empresarial da companhia que funcionava na Rua Bahia, esquina com Eugenio Moreira Doaut. Foi ali que, no dia 9 de setembro, em uma terça feira de tempo nublado, o empresário recebeu a imprensa, contando com o apoio dos profissionais para acabar com qualquer esperança do povo do contra.
Todos, indistintamente, deram aval entusiástico à proposição. Ainda aconteceu mais uma série de reuniões para sensibilizar alguns diretores e conselheiros dos dois clubes que eram contra a fusão. A imprensa teve peso fundamental para que o orgulho fosse deixado de lado. Depois de elaborado o estatuto, os uniformes, nas cores preto, branco e vermelho, e a locação das dependências do América para que ali funcionasse a concentração, no dia 29 de janeiro de 1976, nascia o Joinville Esporte Clube.




